terça-feira, 25 de março de 2014

Medo da felicidade

Por vezes sinto um medo sem nome, o medo de que a felicidade seja efémera. O medo de que eu esteja fadada à solidão, sendo a escrita um dos meus poucos refúgios entorpecedores.
Sinto que estar finalmente tão perto do Sol possa ser uma das partidas do destino: dar-me o Sol e o Céu , apenas para eu sofrer pela sua memória, por os ter tido um dia.

MF

Sem comentários:

Enviar um comentário

 Diário, 26 de maio de 2026 Vaidade Ou Ecles. 1 Ao ler Huston Smith sobre o siquismo relembrei, talvez como nunca, como tudo era vaidade. Tu...